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Prazer em aprender

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Atividade de Teologia - Psicologia Geral e da Religião

Teoria psicanalítica de Sigmund Freud. 

Resposta: Segundo Bock et al (1999) Freud formou-se na Universidade de Viena, em medicina – psiquiatria, em 1881. Em Viena, seu contato com Josef Breuer, médico e cientista austríaco, foi muito importante para o seu desenvolvimento na área neurológica. Breuer utilizava-se da hipnose em seus pacientes, para liberação de afetos e emoções ligados a acontecimentos traumáticos quer não foram expressos no momento do fato doloroso. A esse tratamento, Breuer nomeou de Método Cartático. Freud, aos poucos, foi modificando essa técnica, substituindo a hipnose por um método de livre associação de ideias, à fala desordenada do paciente. Era salutar entender a causa dos pacientes esquecerem inúmeros fatos de sua vida. (BOCK, 1999, p. 71-72).
Ainda citando Bock et al (1999) Freud, através do método de livre associação de ideias, notou que de modo geral, seus pacientes sentiam-se envergonhados por algo que lhes ocorriam. Freud denominou então de resistência, a força psíquica que se “nega” a revelar um pensamento e repressão, o processo que visa “esquecer” algo doloroso ou vergonhoso. Esses conteúdos psíquicos localizam-se no Inconsciente.
Freud funda então, a ciência do inconsciente, chamada de psicanálise. A psicanálise é um método de investigação que consiste basicamente em evidenciar o significado inconsciente das palavras, das ações, dos sonhos, fantasias.
Em 1900, segundo Bock et al (1999),  Freud apresenta seu primeiro conceito sobre a estrutura do aparelho psíquico e seu funcionamento. Nessa teoria há três instâncias psíquicas: Inconsciente, pré-consciente e consciente. No inconsciente, armazenam-se conteúdos reprimidos, que não estão presentes no “consciente”; no pré-consciente, estão os conteúdos que são acessíveis à consciência; e o consciente recebe as informações do mundo exterior e interior, está presente a atenção e o raciocínio. (BOCK, 1999, p. 72-74).
Posteriormente, segundo Cobra (2003), Freud, inspirado pela cultura grega, modifica essa teoria e acrescenta os conceitos de Id, Ego e Superego, onde:
O Id, regido pelo "princípio do prazer", tinha a função de descarregar as tensões biológicas. Corresponde à alma concupiscente, do esquema platônico: é a reserva inconsciente dos desejos e impulsos de origem genética e voltados para a preservação e propagação da vida; O Superego, que é gradualmente formado no "Ego", e se comporta como um vigilante moral. Contem os valores morais e atua como juiz moral. É a parte irascível da alma, a que correspondem os "vigilantes", na teoria platônica. (COBRA, 2003).
O Superego, de acordo com Bock et al (1999), origina-se com o complexo de Édipo. A consciência daquilo que se pode realizar ou não, de acordo com os padrões morais estabelecidos pela sociedade e apresentados pela família. Esses três sistemas possuem uma interdependência, não sendo possível a suposição de sistemas separados.
É importante salientar que esses sistemas são ocupados pelas experiências pessoais de cada um. (BOCK, 1999, p. 77-78).
O ser humano diante de um acontecimento frustrante encontra mecanismos para evitar esses desprazeres. A esses mecanismos de distorção de uma realidade dolorosa, Freud designa de mecanismos de defesa. Segundo Cobra (2003), são processos realizados pelo subconsciente, ocorrem independentemente da vontade do indivíduo.
Citamos alguns desses mecanismos:
Repressão, que é afastar ou recalcar da consciência um afeto, uma idéia ou apelo do instinto.
Defesa de reação: que consiste em ostentar um procedimento e externar sentimentos ambos opostos aos impulsos verdadeiros, quando estes são inconfessáveis.
Projeção: Consiste em atribuir ao outro um desejo próprio, ou atribuir a alguém, algo que justifique a própria ação.
Regressão: O indivíduo retorna a etapas anteriores ao seu desenvolvimento, porém que foram seguras e gratificantes.
Substituição. O inconsciente oferece à consciência um substituto aceitável por ela e por meio do qual ela pode satisfazer o Id ou o Superego. Os substitutos são imagens (representações analógicas dos objetos do desejo) e formam o imaginário psíquico que, ao ocultar e dissimular o verdadeiro desejo, o satisfaz indiretamente por meio de objetos substitutos. (COBRA, 2003).
Segundo Bock et al (1999), além desses mecanismos de defesa do Ego, existem outros que todos nós utilizamos em nossa vida, pois o uso destes não é, em si, patológico, tão somente não permite que se vislumbre a realidade como ela é. (BOCK, 1999, p. 80).
Freud, em suas investigações, descobre que a maioria dos pensamentos e desejos reprimidos tinha relação com desejos reprimidos e tinham relação com conflitos de ordem sexual já nos primeiros anos de vida, ou seja, na fase infantil e de acordo com o desenvolvimento nas fases sexuais do individuo, será seu sucesso quando adulto. (FREUD, 1924).
São as fases: Oral, ou fase da libido oral, ou hedonismo bucal; anal, ou fase da libido ou hedonismo anal; e genital ou fase fálica, ou fase da libido ou hedonismo genital. (COBRA, 2003).
Consoante Bock et al (1999), na fase oral, o desejo e o prazer estão localizados primordialmente na boca; na fase anal o desejo e prazer localizam-se no ânus, pelas excreções e fezes; a fase fálica caracteriza-se pelo desejo e prazer através do próprio órgão sexual, é nessa fase que ocorre o complexo de Édipo, em que a mãe é o objeto de desejo e prazer para os meninos e o pai para as meninas; e, fase genital que é atingida na puberdade, e o objeto de prazer não está no próprio corpo, mas no do outro. Entre a fase fálica (entre os 3 e 5 anos) e a fase genital, ocorre o período de latência, que se caracteriza por uma diminuição das atividades sexuais. (BOCK, 1999, p. 75).
Esses períodos ou fases são essenciais ao desenvolvimento do indivíduo.
Freud desenvolveu um método de tratamento, onde o profissional psicanalista busca trazer à luz as experiências traumáticas passadas que provocaram os distúrbios psíquicos do pacientes, fazendo com que assim encontre a cura. Em outras palavras, restaurar aquele arquivo, que após sua elaboração foi constatado que não estava de acordo e foi enviado para a “lixeira”.


Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Disponível em: http://www.4shared.com/rar/JQHmYe6l/sigmund_freud.html, acessado em 11 de fevereiro de 2012.

Sigmund Freud - cinco lições de psicanálise. Disponível em: http://www.4shared.com/zip/ebUgZMWS/sigmund_freud_-_cinco_lies_de_.html, acessado em 11 de fevereiro de 2012.


Sigmund Freud - a historia do movimento psicanalítico. Disponível em: http://www.4shared.com/zip/V_aXIpR4/sigmund_freud_-_a_historia_do_.html, acessado em 11 de fevereiro de 2012.


BOCK, A.N. B., FURTADO. O. TEIXEIRA, M. de L. Psicologias, São Paulo: Saraiva, 1999 Disponível em: http://www.fag.edu.br/professores/tdavaucher/Ana+%20Merc%5B1%5D...pdf, acessado em 12 de fevereiro de 2012.

Cobra, Rubem Q. - A Psicanálise. COBRA PAGES: www.cobra.pages. nom.br, Internet, Brasília, 2003. Acessado em 12 de fevereiro de 2012.








Atividade de Teologia

Diferença entre ciências e senso comum 

Resposta: Segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre, “ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais ou a operação de leis gerais especialmente obtidas e testadas através do método científico”. Diversos saberes foram construídos ao longo dos anos, alguns se mantiveram, outros foram contestados, mas a busca por respostas sobre o mundo e seu funcionamento permanece. (CHAUÍ, 2006). Essa busca resultou no que hoje conhecemos como conhecimento científico. Para que seja um campo de estudo seja considerada uma ciência ele deve apresentar: um objeto de estudo; um método de estudo; uma linguagem própria, e, finalmente, buscar uma aproximação com a realidade. Segundo Lima (2011, p.31), “é comum a afirmação que a ciência serve para, dentre outras coisas, nos tirarem do senso comum.”
O senso comum, portanto, seria um conhecimento sem critérios específicos, imediatista. É a compreensão das coisas por meio do saber que se adquire através de experiências vividas ou ouvidas no cotidiano. Conhecimento que não questiona a relação sujeito e objeto acredita no que vê. No senso comum não é necessário que haja um parecer científico para que se comprove o que é dito, é um saber informal que se origina de opiniões de um determinado indivíduo ou grupo que é avaliado conforme o efeito que produz nas pessoas, como por exemplo, chás caseiros, sem comprovação de sua eficácia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia, acessado em 10 de fevereiro de 2012.
http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/senso-comum.htm, acessado em 10 de fevereiro de 2012.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed.São Paulo: Ática,2006
LIMA, Terezinha Bazé de. Métodos e Técnicas de Pesquisa. Terezinha Bazé de Lima: UNIGRAN, 2011/1.

Artes...

Chaveiros de EVA









segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Últimas artes do ano! (ou quase)

Caixinhas de leite encapadas com papel de presente, cheias de doces para as crianças da Igreja.





Caneta decorada.




Docinho de biscuit - chaveiro


Puxa-saco de garrafa pet, tecido e e.v.a.